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Proteção de dados: a importância na nova era digital

Proteção de dados

Proteção de dados é essencial para preservar a privacidade, evitar perdas financeiras e cumprir leis como a LGPD. Empresas que investem em criptografia, firewalls, conexões privadas e infraestrutura robusta reduzem risco de vazamentos, multas e downtime. A adoção de link dedicado e controles de segurança aumentam a confiabilidade, desempenho e conformidade.


O que é proteção de dados?


Proteção de dados é o conjunto de medidas técnicas, administrativas e legais que preservam confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações pessoais e corporativas. 


Isso inclui classificação de dados, políticas de acesso, criptografia em trânsito/repouso, backups, monitoramento e processos de resposta a incidentes. A proteção de dados serve tanto para dados de clientes quanto para ativos internos.


O que é LGPD e para que serve?


A LGPD (Lei nº 13.709/2018) regula o tratamento de dados pessoais no Brasil e exige responsabilidades claras a controladores e operadores. A lei entrou em vigor em 2020; a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) é a responsável por fiscalizar e orientar.


As empresas devem mapear dados, ter bases legais para tratamento, oferecer direitos aos titulares e documentar processos. Fonte oficial: gov.br. Serviços e Informações do Brasil


Por que a proteção de dados é importante nas empresas?


A proteção de dados preserva confiança, reduz custos decorrentes de incidentes e garante conformidade legal. Vazamentos geram prejuízos financeiros (muitos milhões por incidente), perda de clientes e danos à reputação. 


O custo médio global de um vazamento chegou a aproximadamente US$ 4,88 milhões segundo relatórios recentes. Por isso, investir em proteção reduz probabilidade e impacto.


Quais são os maiores riscos de não proteger dados?


Vazamento, fraude, multas regulatórias e paralisação operacional são os riscos mais críticos:


  1. Vazamentos em escala: no Brasil foram reportadas dezenas de milhões de contas comprometidas recentemente. Ex.: 84,6 milhões de contas expostas em 2024 em levantamento noticiado. TI Inside 

  2. Multas e sanções: ANPD pode aplicar medidas administrativas e multas.

  3. Perda de receita: downtime e recuperação técnica geram custos diretos e indiretos. IBM estima custos médios em milhões por incidente. IBM 


maiores riscos de não proteger dados

Como aumentar a proteção de dados dentro das empresas?


Combine controles técnicos (criptografia, firewalls, VPNs), processos (governança, inventário de dados) e treinamentos:


  1. Inventário de dados:  liste onde os dados residem (sistemas, nuvem, backups).

  2. Classificação: defina sensibilidade (pública, interna, confidencial, crítica).

  3. Políticas e papéis: defina DPO/Responsáveis, SLAs e processo de notificação de incidentes.

  4. Controles técnicos: implemente criptografia, firewalls gerenciados, segmentação de rede e conexões privadas.

  5. Testes: Pentests e simulações de ataque trimestrais/semianuais.

  6. Monitoramento: SIEM/EDR com alertas e playbooks de resposta.


1 - Criptografia


Criptografia protege dados em trânsito e em repouso; é obrigatória para dados sensíveis. Use TLS 1.2+ para transporte; AES-256 ou algoritmos aprovados para armazenamento; gerencie chaves com KMS; verifique cifragem ponta-a-ponta quando aplicável. Criptografia não evita todos os ataques (ex.: credenciais roubadas), mas reduz impacto de vazamentos.


2 - Firewalls


Firewalls (perimetral e de próxima geração) limitam exposição e detectam tráfego anômalo. Implemente regras por princípio do menor privilégio, inspeção TLS (onde apropriado), e integração com sistemas de prevenção (IPS). Use políticas de segmentação para isolar ambientes críticos (financeiro, RH).


3 - Uso de conexões privadas


Conexões privadas (VPN corporativa, MPLS, link dedicado) minimizam exposição ao tráfego público e reduzem vetores de ataque. VPNs bem geridas com MFA e logs são essenciais; para empresas que transferem grandes volumes ou hospedam serviços sensíveis, conexões dedicadas (leased lines) oferecem menor latência, SLA e menor superfície de ataque que links compartilhados. Estudos e guias de provedores mostram ganhos de disponibilidade e consistência com link dedicado.


4 - Infraestrutura de rede


Arquitetura de rede robusta (redundância, segmentação, SLAs) é a base da proteção de dados. Redes com redundância física, rotas diversas, QoS para aplicações críticas e monitoramento contínuo reduzem downtime e possibilitam resposta rápida. Exija contratos com SLAs, MTTR e garantia de throughput.


Como conseguir uma boa rede para manter a proteção de dados?


Contrate provedores com SLAs claros, redundância, suporte 24/7 e opções de link dedicado ou MPLS; valide infraestrutura e certificações:


  1. SLA com disponibilidade ≥ 99,9% [meta comum].

  2. Latência e jitter documentados para aplicações críticas.

  3. Rotas redundantes / failover automático.

  4. Opção de link dedicado e/ou diversificação física das rotas.

  5. Suporte NOC 24/7 com tempos de resposta definidos.

  6. Auditoria de segurança e testes de penetração no circuito.


Como um Link Dedicado pode ajudar na proteção de dados?


Link dedicado fornece canal exclusivo, previsível e com SLAs que reduz risco de interrupção e melhora controles de segurança.


  1. Banda não compartilhada — evita congestão e perda de pacotes em horários de pico.

  2. Menor superfície de ataque — menos roteadores e pontos de peering públicos.

  3. SLA e monitoramento — provedor responde a quedas dentro do prazo contratado.

  4. Integração com VPNs site-to-site e interconexão privada com datacenters. Fontes mostram que conexões dedicadas aumentam resiliência e performance para operações críticas.

Link Dedicado da ALLNet

Conclusão


A proteção de dados é crítica e deve ser tratada como investimento estratégico. Combine governança, criptografia, firewalls e uma rede confiável, incluindo link dedicado quando necessário, para reduzir riscos, custos e garantir conformidade com a LGPD. 




FAQ (8 perguntas reais do usuário — respostas curtas)


  1. O que é proteção de dados pessoal? — Conjunto de medidas para proteger dados que identificam pessoas.

  2. Criptografia é obrigatória pela LGPD? — A LGPD recomenda medidas de segurança; criptografia é prática fortemente recomendada para dados sensíveis.

  3. Link dedicado é mais seguro que banda compartilhada? — Sim, por ser canal exclusivo, com SLA e menor exposição pública.

  4. Quanto custa implementar proteção básica? — Varia: [R$ X–Y] por mês dependendo escala e serviços; obtenha orçamento técnico. [DADO A CONFIRMAR]

  5. Como validar um vazamento? — Use logs, SIEM, verifique endpoints e comunique ANPD quando aplicável.

  6. Quanto tempo para recuperar de um breach? — Depende; média de detecção e contenção varia (dias/semanais). IBM traz métricas de tempo e custo.

  7. A nuvem é insegura? — Nuvem pode ser segura se configurada corretamente; responsabilidade é compartilhada.

  8. Onde confirmar regras da LGPD? — No portal da ANPD e documentos oficiais do governo.



Glossário rápido

  • LGPD: Lei Geral de Proteção de Dados (Brasil).DPO: Data Protection Officer / Encarregado.

  • SLA: Service Level Agreement (acordo de nível de serviço).

  • Link dedicado (leased line): Conexão privada exclusiva para uma empresa.

  • Criptografia: Técnica que torna dados indecifráveis sem chave.MFA: Autenticação multifator.

 
 
 

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