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Conexão dedicada corporativa: Saiba o que é e seus benefícios

Conexão dedicada corporativa

Uma conexão dedicada corporativa é um link de internet exclusivo para uma empresa, sem compartilhamento de banda com outros clientes, oferecendo velocidade garantida, maior disponibilidade e suporte com SLA. É indicada quando a disponibilidade da internet impacta faturamento, atendimento ou operação em tempo real.


A escolha entre internet comum e conexão dedicada corporativa afeta produtividade, segurança e custos operacionais. Muitas empresas subestimam a perda por instabilidade, videoconferências interrompidas, falhas em ERPs e backups lentos. No Brasil, acesso à internet é quase universal, mas qualidade e previsibilidade variam e podem ser validadas por medições e reguladores. Agência de Notícias - IBGE+1


O que é conexão dedicada corporativa?


É um link exclusivo contratado só para sua empresa, com largura de banda reservada e frequentemente simétrica (download = upload). Diferente da banda larga compartilhada, a conexão dedicada corporativa não sofre degradação por “hora de pico” de vizinhos; normalmente inclui IP fixo, roteamento empresarial e opções de redundância. Para fornecedores sérios, há SLA por escrito que define disponibilidade, latência e tempo de reparo.


Como ela funciona?


O provedor entrega um circuito exclusivo (fibra, rádio ponto-a-ponto ou MPLS) até o cliente e garante capacidade via roteamento dedicado.


  1. Última milha: fibra óptica ou rádio digital.

  2. Backbone: tráfego é passado por rede própria do provedor até peering/Internet Exchange.

  3. QoS e SLAs: prioridade de tráfego, monitoramento 24/7 e equipes de campo.

  4. Opções: circuito primário + link de redundância para alta disponibilidade.


Quais são os benefícios da conexão dedicada corporativa?


A conexão dedicada oferece um conjunto de vantagens que impactam diretamente a operação das empresas, garantindo continuidade, performance e previsibilidade. Veja os principais benefícios:


1 - Maior estabilidade


Sem queda de performance em horários de pico e como a banda é reservada, a velocidade contratada tende a ser entregue de forma consistente, reduzindo latência e jitter em aplicações críticas (VoIP, videoconferência, ERPs). Fornecedores e análises do setor ressaltam a previsibilidade como principal vantagem.


2 - Segurança de dados


Possibilita políticas de segurança mais rígidas e integração com VPNs corporativas e firewalls dedicados. IP fixo facilita regras de acesso, VPNs site-to-site e monitoramento. Complementos comuns: anti-DDoS, filtros e gerenciamento de tráfego. Para dados sensíveis, a conexão dedicada reduz vetores de interferência comuns em redes abertas.


3 - Suporte com SLA


Contrato com métricas mensuráveis: uptime, tempo de reparo e latência. SLA define disponibilidade mínima de 99.4% , janelas de manutenção, Níveis de severidade e prazos de atendimento técnico. Exija esses indicadores no contrato e peça penalidades (créditos) se não forem cumpridos.


4 - Sem compartilhamento com outros usuários


Banda dedicada significa previsibilidade e ausência de “slowdown” por vizinhança, essencial para empresas que fazem backup em nuvem, streaming para clientes ou hospedam serviços públicos. Em links compartilhados, velocidades “até” podem cair muito nos picos. 


5 - Alta velocidade


Velocidades simétricas e escaláveis; fácil de aumentar conforme demanda com planos que costumam oferecer upgrade simples, sem troca física da infraestrutura em muitas situações. Avalie também limite de burst, policers e shaping que os provedores aplicam. 


benefícios da conexão dedicada corporativa

Qual a diferença entre conexão dedicada corporativa e banda larga comum?


A banda larga comum é uma conexão compartilhada entre vários usuários e oferece velocidades assimétricas, ou seja, o download é maior que o upload, o que gera instabilidade e queda de performance em horários de pico. Já a conexão dedicada corporativa entrega um link exclusivo e simétrico, com a velocidade contratada garantida, suporte prioritário e SLA. 


Banda larga comum (residencial ou empresarial básica)


  • Conexão compartilhada: A mesma infraestrutura é usada por vários usuários ao mesmo tempo.

  • Velocidade assimétrica: A taxa de download costuma ser maior que a de upload, o que limita videoconferências, envio de dados e integração em nuvem.

  • Oversubscription: O provedor vende mais banda do que realmente entrega, apostando que nem todos vão usar simultaneamente.

  • Sem garantia de performance: Não há SLA (Acordo de Nível de Serviço) formal nem prazos definidos para suporte técnico.

  • Boa para uso geral, mas pode gerar instabilidade em operações críticas.


Conexão dedicada corporativa


  • Link exclusivo: A capacidade contratada é 100% dedicada à empresa, sem compartilhamento com terceiros.

  • Velocidade simétrica: Upload e download com a mesma performance, ideal para sistemas, nuvem, servidores e comunicação entre filiais.

  • Entrega garantida: A banda contratada é efetivamente entregue, sem variações por horário de pico.

  • SLA robusto: Garantias de disponibilidade, suporte prioritário e tempo máximo para resolução de falhas.

  • Gerenciamento personalizado: Monitoramento, redundância, QoS, ativação de IP fixo e outras camadas de controle.


Para quais tipos de empresa a conexão dedicada é indicada?


Embora empresas de todos os portes possam se beneficiar desse tipo de conexão, ela é especialmente recomendada para organizações que dependem da internet para manter suas operações ativas e seguras. Médias e grandes empresas, call centers, provedores de serviços, instituições financeiras, indústrias, escritórios com infraestrutura própria e companhias que utilizam servidores locais ou trabalham intensamente com nuvem são os principais perfis.


Como contratar conexão dedicada corporativa?


Para contratar uma conexão dedicada corporativa, o ideal é iniciar com um diagnóstico das necessidades da sua empresa, como número de usuários, aplicações críticas e volume de tráfego.


  1. Mapeie requisitos: Largura (Mbps/Gbps), simetria, aplicações críticas, número de usuários e VLANs.

  2. Medição atual: Execute testes de velocidade e monitoramento por 7–30 dias para entender picos de sazonalidade. Use ferramentas recomendadas pela Anatel (Brasil Banda Larga) para validação.

  3. Solicite propostas técnicas: peça diagrama de rede, tecnologia de última milha, rota do backbone e SLA detalhado.

  4. Compare SLAs e preços: priorize métricas como disponibilidade (%), MTTR (tempo médio de reparo), e janela de atendimento 24/7.

  5. Valide provas de capacidade: peça relatórios/indicadores operacionais ou cases de clientes.

  6. Contrate e monitore: configure ferramentas de monitoramento (SNMP, ICMP, NetFlow) e defina KPIs (uptime, latência, perda de pacotes). Peça orientações para testes periódicos e cláusulas de auditoria.


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Conclusão final


Se sua operação depende de disponibilidade, segurança ou desempenho previsível, contrate uma conexão dedicada corporativa com SLA e monitoramento contínuo, é um investimento que reduz riscos e custos operacionais indiretos. Verifique SLAs, valide com testes e escolha um provedor com infraestrutura comprovada.




Glossário 


  • SLA: Service Level Agreement — contrato com níveis de serviço.

  • Simétrico: mesma velocidade de upload e download.

  • MTTR: Mean Time To Repair — tempo médio para restaurar serviço.

  • Last mile: trecho de entrega do provedor até sua empresa.

  • IP fixo: endereço IP público estático.


 
 
 

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